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15/10/2017

Como foi publicar pela Andross Editora?


Quero começar o post pedindo desculpas de novo pelo sumiço dos últimos dias. Minha vida tem sido uma correria nessas últimas três semanas. Trabalho de faculdade, processos seletivos de estágio, entregas de convites pro lançamento do livro... Tanta coisa que eu mal percebi os dias se passarem. Sem contar que a última postagem ainda foi um repost porque eu sequer tinha noção do que postar naquele dia. Eu não prometo voltar com a frequência assídua, mas pelo menos uma parte já se acalmou por aqui.

Eu não sei se vocês lembram, mas em fevereiro eu participei do Corujandross, um evento organizado pela Andross Editora que consistia em escrever das 22h do sábado até às 06h do domingo. A temática e os gêneros textuais eram livres e as oito horas de produção intensiva de escrita eram mediadas e intervaladas a cada meia-hora pelo editor-chefe da Andross, Edson Rossato. Do final disso, eu decidi enviar um dos três contos escritos nesse dia para a seleção das antologias que seriam lançadas esse ano. E deu certo. Papéis Picados foi escolhido pelo organizador Leandro Shulai para ser publicado no livro Sem Mais, o Amor, uma coleção literária sobre o amor em registros escritos.

14/03/2017

Vampiros em Dallas | As Crônicas de Sookie Stackhouse - Livro 2

Eric Northman: o personagem que você mais odeia amar

Eu escrevi a resenha do primeiro livro da série pouco antes de terminar o segundo, e escrevo essa passando da metade do terceiro. É engraçado que não me lembro de começar a ler uma série tão assiduamente desde Rangers — A ordem dos Arqueiros, que não por acaso, ficou empacado no sexto livro de uma coleção de doze. Eu, que comecei a ler por um impulso psicótico por saber a fundo sobre a vida de Sookie Stackhouse, acabei me apaixonando pelas duas vertentes que contam sua vida — tanto a escrita, quanto à televisiva — e acho que só paro agora no 13º livro, que falando nisso, nem tem tradução prevista ainda.

10/03/2017

Top 5 livros que li da biblioteca


Comecei a ler mais só por volta dos onze anos. Talvez um pouco tardio se comparado a algumas pessoas que dizem terem lido seu primeiro livro aos quatro ou cinco anos — em alguns casos até três. Lembro que meu primeiro livro veio da biblioteca da minha escola. A bibliotecária era uma das mulheres mais legais que conheci na vida e além de saber milimetricamente onde ficava cada livro, ela ainda fazia alguns artesanatos e ensinava a quem queria aprender. Graças a ela, matei algumas aulas — com a desculpa que tinha a aula vaga —, mas descobri um amor que jamais findou e serviu de base para a faculdade.

Desde então meu acervo próprio de livros cresceu muito. Ainda mais de uns três anos pra cá. Da última vez que contei, tinha 78 livros, mas em janeiro desse ano contabilizei somente os não lidos e deu um total de 49, então provavelmente já tenho mais de 100 no total. Mas mesmo com tantos livros em casa, ainda continuo pegando muito livro emprestado da biblioteca, lendo muitos e-books também e comprando vários físicos, o que é um erro, porque a lista de não lidos só continua subindo. Mas muitos dos livros que eu li pela biblioteca ainda tenho vontade de tê-los físicos — o que é bem desnecessário, mas enfim...

12/02/2017

Morto até o Anoitecer | As Crônicas de Sookie Stackhouse - Livro 1


Quando eu comecei a ver True Blood, lá pelo final de 2010 e início de 2011 foi por um motivo bem tosco: li numa matéria de uma revista adolescente que ela era uma das séries que fazia muito sucesso por conta da trama vampiresca. A revista era a TodaTeen e a capa era nada mais nada menos que algo como "Saiba tudo sobre Crepúsculo!". Sim, todo mundo tem essas fases esquisitas. A questão é que eu não parei de gostar da saga de Stephenie Meyer, foi só que eu me toquei que era viagem demais esperar que vampiros reais brilhassem no sol. Com True Blood e seu enredo inédito sobre a revelação e convívio humanos/vampiros, meu vício literário/cinematográfico atingiu outros âmbitos. Agora sim eu conhecia vampiros de verdade. E com uma maestria comparável a outros autores do gênero. Da descoberta da série pra decidir ir ler os livros foi mero acaso. No meio da empolgação ao som da trilha sonora inicial, percebi o "based on the" e procurei afundo. Sem grana pra comprar os livros, comecei a ler pelo celular mesmo e foi tão empolgante que sequer reclamei de cansaço na vista.